sábado, junho 28
domingo, maio 11
140|1975 - killers
On the corner of main street
Just tryin' to keep it in line
You say you wanna move on and
You say I'm falling behind
Can you read my mind?
Can you read my mind?
I never really gave up on
Breakin' out of this two-star town
I got the green light
I got a little fight
I'm gonna turn this thing around
Can you read my mind?
Can you read my mind?
The good old days, the honest man
The restless heart, the Promised Land
A subtle kiss that no one sees
A broken wrist and a big trapeze
Oh well I don't mind, if you don't mind
'Cause I don't shine if you don't shine
Before you go, can you read my mind?
It's funny how you just break down
Waiting on some sign
I pull up to the front of your driveway
With magic soaking my spine
Can you read my mind?
Can you read my mind?
The teenage queen, the loaded gun
The drop dead dream, the Chosen One
A southern drawl, the world unseen
A city wall and a trampoline
Oh well I don't mind if you don't mind
'Cause I don't shine if you don't shine
Before you jump,
Tell me what you find..
When you read my mind
Slipping in my faith until I fall
You never returned that call
Woman, open the door, don't let it sting
I wanna breathe that fire again
She said I don't mind if you don't mind
'Cause I don't shine if you don't shine
Put your back on me
Put your back on me
Put your back on me
The stars are blazing like rebel diamonds, cut out of the sun
Can you read my mind?
Just tryin' to keep it in line
You say you wanna move on and
You say I'm falling behind
Can you read my mind?
Can you read my mind?
I never really gave up on
Breakin' out of this two-star town
I got the green light
I got a little fight
I'm gonna turn this thing around
Can you read my mind?
Can you read my mind?
The good old days, the honest man
The restless heart, the Promised Land
A subtle kiss that no one sees
A broken wrist and a big trapeze
Oh well I don't mind, if you don't mind
'Cause I don't shine if you don't shine
Before you go, can you read my mind?
It's funny how you just break down
Waiting on some sign
I pull up to the front of your driveway
With magic soaking my spine
Can you read my mind?
Can you read my mind?
The teenage queen, the loaded gun
The drop dead dream, the Chosen One
A southern drawl, the world unseen
A city wall and a trampoline
Oh well I don't mind if you don't mind
'Cause I don't shine if you don't shine
Before you jump,
Tell me what you find..
When you read my mind
Slipping in my faith until I fall
You never returned that call
Woman, open the door, don't let it sting
I wanna breathe that fire again
She said I don't mind if you don't mind
'Cause I don't shine if you don't shine
Put your back on me
Put your back on me
Put your back on me
The stars are blazing like rebel diamonds, cut out of the sun
Can you read my mind?
sexta-feira, fevereiro 14
sexta-feira, janeiro 24
segunda-feira, outubro 21
domingo, outubro 20
terça-feira, setembro 24
135|1975
Os Dias Ricos
É bom ter um dia complicado se
formos nós a complicá-lo, à medida que vamos andando. São os dias ricos. Nunca
sabemos o que vamos fazer a seguir mas fazemos sempre qualquer coisa a seguir,
para não interromper a cadeia.
Em vez de jantarmos em casa ou jantarmos fora, entramos
num restaurante onde costumamos jantar e comemos apenas um petisco, um
aperitivo. Os anfitriões também apreciam a mudança. É como ir cumprimentá-los.
Metemos conversa com um casal que só nos parece japonês
porque queremos que seja, para lhes perguntar como preparam a massa Shirataki,
que tem zero calorias. Perguntamos de onde são? Da Holanda, respondem. Os
preconceitos, no sentido de pré-juízos ou pensamentos já feitos (na verdade,
substitutos e obstáculos do conhecimento), são cada vez mais inúteis.
Os hábitos são diferentes. Para celebrá-los, nem é preciso
esquecê-los ou trocá-los por alternativas, felizes ou desagradáveis. O melhor é
interrompê-los e acrescentar-lhes desvios espontaneamente decididos que
enaltecem, através da diversão, a felicidade subjacente.
Os dias ricos levam outro dia inteiro a contar. Só fazer a
lista do que se fez cansa tão bem como nadar um quilómetro, devagarinho, num
oceano vivo que nos consente. Dá gosto recontar, mesmo quando o dia foi ontem;
mesmo quando o dia é hoje.
Complicar um dia não é desregrá-lo: é inventar novas
regras para aplicar. O prazer é uma coisa só mas tem muitos caminhos.
Experimentá-los é tão bom como descobri-los.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Jornal Público'
domingo, setembro 22
quarta-feira, setembro 18
sexta-feira, setembro 13
segunda-feira, setembro 9
130|1975
SCP + alheira, Rosh Hashaná, correr, trabalhar, correr mais com o sol nascente, trabalhar, jantar+(es), dormir, PT em quadrupla alegria, acordar cedo sem preguiça, revisões, terraço, descubra as diferenças, o livro desassossegado de Pessoa, trabalho, México e Cuca, explanar durante o pequeno almoço, Marginal e o concerto da Nneka, mousse de maracujá + café, Salsa e também vontade de quizomba, semanas lentas que escorregam rapidamente entre as horas.
(setembro, e as memorias descronólogicas)
segunda-feira, agosto 26
129|1975
Historia narrada na TERCEIRA pessoa - "Sentada no terraço a escrever, numa noite cacimba e quase silêncio".
Historia narrada na PRIMEIRA pessoa - "Sentada no terraço a escrever, numa noite fresca, silêncio ensurdecedor, acompanhada por melgas e dores de barriga".
Ponto de vista alternativo, como escapar da monotonia de escolher entre a 1ª e a 3ª pessoa para narrar uma história?
Historia narrada na SEGUNDA pessoa- "Invisível, observo-te ... Sentada no terraço a escrever, numa noite amena, que não pertence ao Inverno nem ao Verão, silêncio nostálgico acompanhado pela sombra da luz ténue que ilumina o momento. A barriga ligeira e sensível, reclama por atenção ... como menina mimada e combina com a melga acabarem com o teu cenário perfeito de relax. Por hoje."
Historia narrada na PRIMEIRA pessoa - "Sentada no terraço a escrever, numa noite fresca, silêncio ensurdecedor, acompanhada por melgas e dores de barriga".
Ponto de vista alternativo, como escapar da monotonia de escolher entre a 1ª e a 3ª pessoa para narrar uma história?
Historia narrada na SEGUNDA pessoa- "Invisível, observo-te ... Sentada no terraço a escrever, numa noite amena, que não pertence ao Inverno nem ao Verão, silêncio nostálgico acompanhado pela sombra da luz ténue que ilumina o momento. A barriga ligeira e sensível, reclama por atenção ... como menina mimada e combina com a melga acabarem com o teu cenário perfeito de relax. Por hoje."
domingo, agosto 25
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